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        <title>Cristo é a Resposta</title>  
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        <description>Acompanhe as últimas notícias da Cristo é a Resposta de forma organizada e clara, com muitas fotos.</description>  
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        <copyright>Cristo é a Resposta © Todos os direitos reservados.</copyright> 
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            <title>Topo</title>  
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					<title>Sanções ao Irã: "É preciso acalmar os ânimos", diz Lula.</title>
					<link>http://www.cristoearesposta.org.br/index.php?exibir=noticias&amp;ID=3684</link>
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						<b>Sanções ao Irã: "É preciso acalmar os ânimos", diz Lula.</b><br /><br />
						O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira, em entrevista à agência de notícias Associated Press, que a imposição de sanções contra o Irã devido ao seu programa nuclear podem levar a uma guerra, e que o Brasil se esforça para evitar novos conflitos. 

Na entrevista à AP, Lula disse que mais sanções podem minar as negociações com Teerã. &quot;Nós não queremos repetir no Irã o que aconteceu no Iraque. Não é prudente para o mundo e não é prudente para o Irã&quot;, disse Lula, uma semana depois de rejeitar o apelo da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pelo apoio do Brasil à nova rodada de sanções. 

Lula disse ainda que o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, deve retornar às negociações para diminuir o receio em torno do programa nuclear. O líder do Irã visitou o Brasil no ano passado e encontrou-se com Lula, gerando críticas dos Estados Unidos. 

&quot;Eu já disse anteriormente que uma guerra deve ser evitada a qualquer custo. A quem interessa uma guerra?&quot;, questionou Lula. 

O presidente citou ainda as estagnadas negociações de paz no Oriente Médio como prova de que as potências tradicionais não demonstram capacidade para resolver seus problemas. 

&quot;Quem decidiu que os EUA, a França, a Inglaterra, a China e a Rússia representam as aspirações coletivas de nosso planeta, da geopolítica, da nova ordem mundial, com nações que eram pobres, mas que hoje passam por extraordinário crescimento econômico?&quot;, questionou Lula, que defende uma vaga permanente para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU. 


BRASIL

Lula disse ainda que o Brasil tem &quot;autoridade moral e política&quot; para discutir a questão do programa iraniano, porque está &quot;comprometido com o uso de energia para fins pacíficos&quot;. 

&quot;Aqui [no Brasil], nós falamos de paz, não de guerra&quot;, disse Lula. &quot;O que estamos tentando mostrar aos outros é que é hora de dialogar. Não é hora de sanções, mas de diálogo&quot;. 

No entanto, Lula demonstrou que o Brasil pode mudar de ideia em relação às sanções. 

&quot;Se o presidente do Irã não concordar com o Brasil, tomaremos nossas decisões com base no que foi discutido&quot;, disse. 

Ele também criticou Ahmadinejad por questionar o Holocausto e defender a destruição de Israel, mas sugeriu que as tensões políticas são a causa de tais declarações polêmicas. 

&quot;É impossível imaginar que alguém diga que não houve Holocausto, ou aceitar alguém que queira acabar com outro país. Todas essas coisas vêm à tona porque a situação está muito radicalizada, é preciso acalmar os ânimos&quot;, disse. 

Lula deve ir a Oriente Médio nessa semana, onde passará por Israel, Jordânia e pela Autoridade Nacional Palestina (ANP). 					</description>
					
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					<title>Menina de 14 anos dá à luz gêmeas siamesas.</title>
					<link>http://www.cristoearesposta.org.br/index.php?exibir=noticias&amp;ID=3685</link>
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						<b>Menina de 14 anos dá à luz gêmeas siamesas.</b><br /><br />
						Uma adolescente de 14 anos deu à luz gêmeas siamesas, na sexta-feira (5), no Hospital Regional de Campo Grande. As meninas nasceram prematuras, após 31 semanas de gestação.

Elas estão unidas pelo tórax e abdômen e seguem internadas no Centro de Terapia Intensiva (CTI) pediátrico. A mãe recebeu alta neste domingo (7).

As gêmeas fizeram exames cardiológicos, tomografia e ressonância magnética. De acordo com os médicos, elas nasceram com apenas um coração, uma bexiga e um intestino.					</description>
					
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					<title>"Escola" de terrorismo num país antiterrorista.</title>
					<link>http://www.cristoearesposta.org.br/index.php?exibir=noticias&amp;ID=3686</link>
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						<b>"Escola" de terrorismo num país antiterrorista.</b><br /><br />
						Uma cidadã americana apelidada de &quot;JihadJane&quot; foi acusada nesta terça-feira, nos Estados Unidos, de planejar o recrutamento de terroristas - homens e mulheres - para atuar na Europa e no sul da Ásia, anunciou o departamento de Justiça.

Colleen LaRose, também conhecida como &quot;Fatima LaRose&quot;, tem 57 anos, vive nos arredores da Filadélfia (Pensilvânia) e é suspeita de dar &quot;apoio material&quot; ao terrorismo, incluindo &quot;apoio logístico e financeiro, serviços de recrutamento, além de fornecer documentos de identidade&quot; para cometer atentados em países da Europa e no sul asiático, revela a ata de acusação.

Segundo o Departamento de Justiça, LaRose, que chegou a ser detida em 2009, deu ordens diretas para matar um cidadão sueco. Ela e outros cinco terroristas espalhados por Ásia, Europa e Estados Unidos treinaram homens na internet para realizar ataques, bem como mulheres &quot;que tinham passaportes e a possibilidade de viajar para e pela Europa a fim de dar apoio à violenta jihad&quot; (guerra santa).

Em um comunicado, o procurador-geral assistente, David Kris, identificou LaRose como &quot;uma mulher do subúrbio da América que concordou em cometer assassinatos no exterior e fornecer apoio material a terroristas&quot;.

LaRose, nascida em 1963, recebeu uma &quot;ordem direta para matar um cidadão da Suécia e fazê-lo de forma a assustar todo o mundo &quot;Kufar (infiel)&quot;, acrescenta a acusação.

A ata não deixa claro se a mulher tinha qualquer vínculo com os sete muçulmanos detidos na terça-feira, na Irlanda, em uma operação conjunta com agências de segurança americanas e europeias, por suspeita de tramarem a morte de um cartunista sueco&quot;.

Um grupo vinculado à rede terrorista Al-Qaeda estabeleceu um prêmio de 100 mil dólares pela cabeça do cartunista Lars Vilks, que desenhou o profeta Maomé com o corpo de um cachorro.

Se for condenada, Colleen LaRose pode pegar prisão perpétua.

Seu caso é considerado notável porque revela a ousadia dos terroristas em recrutar cidadãos ocidentais, que podem facilmente se misturar à população local, sem chamar maior atenção das autoridades de segurança.

LaRose foi descrita como &quot;uma cidadã americana cuja aparência era considerada um trunfo porque permitia que ela se misturasse&quot; e utilizava a internet para se conectar com seus companheiros.

Eles usavam a internet &quot;para trocar informações sobre seus planos, os quais incluíam o martírio, a solicitação de financiamento para terroristas, de passaportes e como evitar as restrições a viagens (através de vários passaportes e casamentos) de forma a empreender a violenta jihad&quot;. 					</description>
					
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